Esta sessão é reservada a vocês caros internautas, que gostam de trocar textos, compartilhar suas reflexões e
dividir conosco este material tão rico. Apreciamos e agradecemos a colaboração de todos.
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de
hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas
as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. Sua cama
estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens
conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus
aeromodelos, onde tinha passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a
descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia
ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à
espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e
animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes
chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos.
Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as
flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes
acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser
vista no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia
isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto
fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena. Um dia, o homem
perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, e conseguia vê-la e ouvi-la na sua
mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante
descritivas. Dias e semanas passaram.
Uma manhã, a enfermeira chegou ao
quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida
do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto
dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para
que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem
perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira
disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem
estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio
de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o
mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de
fora da janela...que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido
companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do
lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e
nem sequer conseguia ver a parede. "Talvez ele quisesse apenas dar-lhe
coragem...".
Moral da História: Há uma felicidade tremenda em fazer os
outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é
metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se
te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não
pode comprar. "O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de
presente." A origem desta carta é desconhecida, mas ela traz sorte a
todos os que a passam.
Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa. À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que?, o Anjo mais velho respondeu: "As coisas nem sempre são o que parecem".
Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: "como você permitiu que isto acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou"; o Anjo mais jovem o acusava. "A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse".
"As coisas nem sempre são o que parecem," respondeu o anjo mais velho. "Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria."
"Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor. E eu lhe dei a vaca em seu lugar. As coisas nem sempre são como parecem."
Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Se você tiver fé, somente necessita confiar que seja quais forem as coisas que aconteçam, sempre serão uma vantagem para você. E talvez você venha a compreender isto só um pouco mais tarde…
Algumas pessoas passam por nossas vidas e se vão rapidamente…
Algumas pessoas se convertem em amigos e permanecem por algum tempo deixando lindas marcas em nossos corações...
e nunca voltamos a ser os mesmos, porque conseguimos um bom amigo!!
Ontem é história.
O amanhã um mistério.
O hoje é uma dádiva.
E é por isto que se chama Presente!
Acredito que esta vida é especial...viva e saboreie cada momento… Isto não faz parte da apresentação de um show!
(Texto encaminhado por um internauta.)
O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os americanos começaram na maciota:
- Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam de pronto:
- Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.
O americano ficou mordido:
- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.
Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU curso atual.
O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:
- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.
E o canadense respondeu:
- Aqui é um farol, câmbio!
Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos, quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo...
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá,
todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia, então, pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao
apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu sapatinho novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em seu sapato?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra do que a vovó falou?
- Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
- Pois é, minha filha! Com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
- Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.
E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto
para contar a história do sapato novo que havia sujado de barro.
Autor Desconhecido
Segure seus ímpetos, deixe o barro secar para depois limpá-lo...
Assim você não correrá o risco de cometer uma injustiça.
Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava
sua esposa e que pensava em separar-se.
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma palavra:
- Ame-a. E logo se calou.
- Mas, já não sinto nada por ela!
- Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.
E diante do desconcerto do senhor, depois de um breve silêncio,
disse-lhe o seguinte:
- "Amar é uma decisão, não um sentimento; amar é dedicação e entrega.
Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.
O amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.
Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame o seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame!"
A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz ridículo.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor... não tem sentido
As pessoas felizes não conseguem tudo o que esperam,
mas querem a maior parte do que conseguem. Em outras palavras, viram o jogo a seu favor, escolhendo dar valor às coisas que estão ao seu alcance. Mantenha um pé na realidade e lute para melhorar as coisas, e não para torná-las perfeitas. Não existe perfeição.
As coisas serão o que puderem ser a partir de nossos esforços. (Diener, 1995)
João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa. Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
- Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão escutou atentamente e disse:
- João, foi muito bom você vir aqui. Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
- E aí, João?
- Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
- E quanto custa?
- Isso eu não perguntei, não.
- Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
- Também não perguntei isso, não.
- Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
- Não sei, não...
- Muito bem, João. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca.
Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
- Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Em oito minutos o Juca voltou.
- E então? - indagou o patrão.
- Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou Juca.
Agradecendo as informações, o patrão dispensou-o.
Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:
- João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?
- Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E o João deixou a sala...
(texto encaminhado por um internauta)
O passo a mais que, longe, muito longe, damos a cada caminhada é o que nos coloca mais próximos de tudo que podemos ser.
...
A tentativa além, um pouco mais além de todas as que já fizemos, é a que mais claramente revela do que somos capazes e até onde poderemos chegar.
...
Quantos de nós nos entregamos antes mesmo de tentar. Pela simples dificuldade de perceber que é possível ultrapassar o limite do círculo que traçamos em torno de nós e ao longo da vida.
...
Quantas vezes estivemos na iminência de girar a maçaneta da porta que nos levaria da escuridão à claridade e não o fizemos, simplesmente por não aceitar o impulso livre, soberano e intuitivo que conduzia nossas mãos a girar.
...
Quantas vezes hoje você ouviu seu coração? Sem temer, sem limitar, sem pré-conceber, pré-julgar, sem se prender, deixando-se levar pelo prazer de descobrir, correr riscos e realizar.
...
Pobre de quem põe a nuvem do medo diante dos olhos, que prefere fugir a se dar o direito de praticar o sonho. Tem aquele que, "sem saber que era possível, foi lá e fez".
...
Esta é sua vez. O verdadeiro poder é de quem ousa.
Uma semente é algo muito pequenino. No entanto, quando plantada no lugar certo e na hora certa, e tratada com cuidado, tem o potencial de crescer e se multiplicar, a ponto de se transformar numa colheita maravilhosa.
Muitas pessoas têm capacidade para realizar obras portentosas;
no entanto, poucas são as que sabem disso, ou crêem ser isso verdade.
Não importa quão fértil possa ser o solo;
se uma semente não for nele plantada, nada irá crescer.
Quantas vidas têm sido desperdiçadas no ostracismo e na comiseração,
por jamais haverem recebido sequer uma única pequenina semente de encorajamento
positivo - a começar pelo próprio ambiente familiar!...
Pense nas vidas ao seu redor, e imagine onde uma semente sua poderá criar raiz e crescer.
Pense na diferença que você é capaz de fazer, ao encorajar-se a si mesmo e ao oferecer encorajamento a outras pessoas.
Pense nas sementes que você tem oportunidade de plantar.
Espalhe a semente do encorajamento e regozije-se na abundante colheita do seu precioso fruto.
A correção tem seu grande valor, mas o encorajamento realiza muito mais.
O encorajamento após a correção é como o sol depois da chuva.
Johann Wolfgang Von Goethe
(Texto encaminhado por um internauta)
Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência,
era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos
apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência.
O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo.
Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e
gritou todos os tipos de insultos.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por
vencido e retirou-se.
Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar
tanta indignidade.
O mestre perguntou: Se alguém chega até você com um
presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos,
continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir... bom dia.
Viver... Não é doar um pouco... É doar sempre !
Não é superar uma ofensa... É esquecê-la !
Não é se compadecer... É ajudar mesmo que seja um grande incômodo !
Não é apenas sorrir... É fazer sorrir as pessoas que estiverem ao seu lado !
Viver não é medir a sua ajuda... É ajudar sempre sem medidas...
Não é ajudar apenas os que estão por perto... Mas estar sempre perto de todos aqueles que precisam de ajuda !
Quem realmente vive e ama,
Não faz apenas o que pode,
Mas ama as pessoas de verdade,
Como se não houvesse um amanhã por vir !!!
"Amor é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca loção pós-barba.
Aí eles saem juntos e se cheiram". - Carlos, 5 anos
"Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas,
sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela". - Cristina, 6 anos
"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes para ter certeza que está do gosto dele". - Danny, 6 anos
"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mau cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Gianechinni. - Jane, 8 anos
"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu já não sentia medo". - Cindy, 8 anos
"Quando você ama alguém, seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de você". - Karen, 7 anos
"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro". - Maria, 4 anos
Qual é a sua forma de amar, hein?
Se tudo na vida é relativo, relativa também é a idéia que cada um faz da felicidade.
Para uns, felicidade é dinheiro no bolso, cerveja na geladeira,
roupa nova no armário.
Para outros a felicidade representa o sucesso, a carreira brilhante,
o simples fato de se achar importante, ainda que na verdade as coisas não sejam
bem assim.
Para outros tantos, ser feliz é conhecer o mundo, ter um conhecimento profundo
das coisas da terra e do ar.
Mas para mim, ser feliz é diferente. Ser feliz é ser gente, é ter vida, que como dizia o poeta: "é bonita, é bonita, é bonita...".
Felicidade é a família reunida, é viver sem chegada, sem partida, é sonhar, é chorar, é sorrir.
Felicidade é viver cercado de amor, é plantar amizade, é o calor do abraço daquele amigo, que mesmo distante,
lembrou de dizer "alô".
Ser feliz, é acordar às cinco da matina, depois de ter ido dormir às três da madrugada,
com sono e pra lá de cansado, só pra dar uma pontinha da cama,
para o filho dormir.
Ser feliz é ver todo dia um sorriso de criança, é música, é a dança, é a paz, é o prazer de descobrir a cada dia que a vida se inicia, novamente, a cada amanhecer.
Ser feliz é curtir sol radiante, frio aconchegante, chuvinha ou temporal.
Ser feliz é enxergar o outro e sabe lá quantos outros, que cruzam nossa estrada.
Ser feliz é fazer da vida, uma grande aventura, a maior loucura, um enorme prazer.
Ser feliz é ser amigo, mas antes de tudo é ter amigos, maravilhosos, exatamente assim, como vocês.
Uma filha se queixou ao pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.Estava cansada de lutar.
Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, levou-a até a cozinha.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma em fogo alto.
Logo as panelas começaram a ferver.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou o gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela.
Retirou os ovos e então pegou o café.
Virando-se para ela, perguntou: - O que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café, respondeu.
Ele pediu para experimentar as cenouras.
Ela notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso e perguntou:
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade,
a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível.
Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável.
Depois de colocado na água fervente, havia mudado a água.
- Qual deles é você, minha filha? - perguntou o pai.
Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde?
Você é uma cenoura, um ovo ou pó de café?
Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade murcha e se torna frágil
e perde sua forças? Ou como o ovo, que começa com um coração maleável ,
mas depois de alguma dificuldade se torna mais difícil e duro?
Ou será que você é como o pó de café?
Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor,
para conseguir extrair dela o máximo de seu sabor.
Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café.
Quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que tudo em torno de você
também melhore. Como você lida com a adversidade?
Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos
compreender o quanto a cortesia é importante na vida.
Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas,
de interromper a conversa quando alguém está falando. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro.
Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso,
o que me surpreendia bastante.
Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros.
Concordei, com grande alegria, e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva.
Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- "Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?"
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- "Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada."
- "Isso mesmo..." disse ele. "É uma carroça vazia..."
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
-" Como pode o senhor saber que está vazia?"
- "Ora, é muito fácil saber. Sabe por que?"
-" Não!" respondi intrigado.
Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- " Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz."
Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar.
Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração,
vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na
clareira do bosque e me ensinando:
-"Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz."